Oikos - cooperação e desenvolvimento
Teatro-fórum na comunidade de Messias Alves
Projeto “Çê úcu, maxi futulo" (São Tomé e Príncipe)
Através do teatro, esclarecemos as dúvidas de várias
comunidades sobre a separação de resíduos
Por vezes é difícil distinguir os caixotes onde devem ser
colocados o plástico, o vidro e o metal. Após serem colocadas placas
informativas em cada ponto de contentores, o processo de informar a comunidade
é essencial para melhorar e tornar mais instintiva a separação de resíduos.
Foi assim que levámos um novo teatro-fórum até à comunidade
de Messias Alves, esclarecendo os cerca de 60 participantes sobre a separação
de resíduos, de forma leve e lúdica.
Um momento de divertimento, seguido por um momento de
reflexão sobre como esta separação melhora o bem-estar da comunidade,
promovendo assim uma consciencialização generalizada sobre as vantagens do
envolvimento de cada um.
E porque hoje assinalamos o Dia Mundial do Mar, importa
também lembrar que a correta gestão dos resíduos é uma forma de proteger os
nossos mares. Em São Tomé e Príncipe, os plásticos e outros resíduos que não
são devidamente separados e encaminhados podem acabar nos rios, nas praias e,
consequentemente, no mar, contribuindo para um problema ambiental que afeta os
ecossistemas e a biodiversidade marinha.
É também por isso que a Oikos trabalha esta problemática dos
resíduos, tão evidente em São Tomé e Príncipe: porque cuidar do ambiente e do
mar começa nas nossas comunidades e nas escolhas que fazemos todos os dias.
A atividade foi promovida pelo projeto “Çê úcu, maxi futulo
– Reciclagem e transformação de plásticos através da intervenção comunitária”,
implementado pela Oikos.stp em parceria com a Missão DIMIX e com financiamento
da Cooperação Portuguesa / Camões, IP.
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