Notícia

Fundação Maria Droste

Quotidiano

Casa de Acolhimento

Há dias que dão fotografias bonitas. Viagens, aniversários, passeios, conquistas.

E depois há todos os outros.

Os dias em que alguém tem de acordar para ir às aulas, estudar para um teste, aprender a gerir dinheiro, ir a uma consulta, fazer o jantar, zangar-se, pedir desculpa, tomar uma decisão e perceber o que fazer a seguir.

Grande parte do trabalho de uma casa de acolhimento acontece precisamente aí. No quotidiano.

Não queremos substituir uma vida. Queremos criar as condições para que cada uma das nossas Marias consiga construir a sua.

E isso faz-se muito devagar, muitas vezes sem fotografia nenhuma.

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